1- Qual a questão quando se fala de despenalização do aborto?
Com este referendo, pretende-se saber se os portugueses concordam ou não com a liberdade total para abortar até às 10 semanas, mesmo sem o consentimento do homem.
3- Dizem que o feto ainda não é pessoa e por isso não tem direitos…
Dentro da mãe não está de certo um animal ou uma planta, está um ser humano em crescimento com todas as suas características em potência desde o momento da concepção.
4- E os problemas da mulher?...
A solução dos problemas dum ser humano não pode passar pela morte doutro ser humano. A mulher em dificuldade precisa de ajuda positiva para a sua situação.
5- Mas a mulher não tem o direito de usar livremente o seu corpo?
Não se trata de usar o seu corpo, mas de dispor do corpo de outro.
6- E quanto à questão da saúde da mulher que aborta?
Legal ou ilegal, o aborto representa sempre um risco e um traumatismo físico e psicológico para a mulher.
7- E quando a mulher não tem condições económicas para criar um filho?
A generalidade das mulheres que praticam o aborto pertence às classes sociais favorecidas, logo, não o fazem por razões de ordem económica. Além disso, se não existem condições económicas para criar os filhos, é porque os políticos não têm apostado na criação de condições favoráveis à Família, situação que urge alterar.
8- Mas a despenalização não obriga ninguém a abortar…
Está provado que a despenalização torna o aborto mais aceitável na mentalidade geral, e por isso mesmo leva na prática ao aumento do número de abortos.
9- Porque se propõem prazos para o aborto legal?
Não há nenhuma razão científica, ética ou mesmo lógica para qualquer prazo. É totalmente absurdo que se proponha a liberdade para abortar com prazo marcado: a vida humana não conhece prazos!
10- O aborto é só um problema religioso ou abrange os direitos do Homem?
Independentemente das convicções religiosas, o aborto ataca os Direitos do Homem e estes emanam do primordial direito à vida, desde a concepção até à morte natural. Assim, o direito à vida é inquestionável e nem deveria ser referendável.
Com este referendo, pretende-se saber se os portugueses concordam ou não com a liberdade total para abortar até às 10 semanas, mesmo sem o consentimento do homem.
2- Mas querem que as mulheres que abortam vão para a cadeia?
Não! Há mais de 30 anos que nenhuma mulher vai para a cadeia por ter abortado e a ida a Tribunal (já muito rara) evita-se sem ter que mudar a lei.3- Dizem que o feto ainda não é pessoa e por isso não tem direitos…
Dentro da mãe não está de certo um animal ou uma planta, está um ser humano em crescimento com todas as suas características em potência desde o momento da concepção.
4- E os problemas da mulher?...
A solução dos problemas dum ser humano não pode passar pela morte doutro ser humano. A mulher em dificuldade precisa de ajuda positiva para a sua situação.
5- Mas a mulher não tem o direito de usar livremente o seu corpo?
Não se trata de usar o seu corpo, mas de dispor do corpo de outro.
6- E quanto à questão da saúde da mulher que aborta?
Legal ou ilegal, o aborto representa sempre um risco e um traumatismo físico e psicológico para a mulher.
7- E quando a mulher não tem condições económicas para criar um filho?
A generalidade das mulheres que praticam o aborto pertence às classes sociais favorecidas, logo, não o fazem por razões de ordem económica. Além disso, se não existem condições económicas para criar os filhos, é porque os políticos não têm apostado na criação de condições favoráveis à Família, situação que urge alterar.
8- Mas a despenalização não obriga ninguém a abortar…
Está provado que a despenalização torna o aborto mais aceitável na mentalidade geral, e por isso mesmo leva na prática ao aumento do número de abortos.
9- Porque se propõem prazos para o aborto legal?
Não há nenhuma razão científica, ética ou mesmo lógica para qualquer prazo. É totalmente absurdo que se proponha a liberdade para abortar com prazo marcado: a vida humana não conhece prazos!
10- O aborto é só um problema religioso ou abrange os direitos do Homem?
Independentemente das convicções religiosas, o aborto ataca os Direitos do Homem e estes emanam do primordial direito à vida, desde a concepção até à morte natural. Assim, o direito à vida é inquestionável e nem deveria ser referendável.
