quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Ronald Reagon disse...

"I've noticed that everybody that is for abortion has already been born."

traduzindo: "Reparei que todos aqueles que são a favor do aborto já nasceram."

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

10 ideias para esclarecer

1- Qual a questão quando se fala de despenalização do aborto?
Com este referendo, pretende-se saber se os portugueses concordam ou não com a liberdade total para abortar até às 10 semanas, mesmo sem o consentimento do homem.

2- Mas querem que as mulheres que abortam vão para a cadeia?
Não! Há mais de 30 anos que nenhuma mulher vai para a cadeia por ter abortado e a ida a Tribunal (já muito rara) evita-se sem ter que mudar a lei.

3- Dizem que o feto ainda não é pessoa e por isso não tem direitos…
Dentro da mãe não está de certo um animal ou uma planta, está um ser humano em crescimento com todas as suas características em potência desde o momento da concepção.

4- E os problemas da mulher?...
A solução dos problemas dum ser humano não pode passar pela morte doutro ser humano. A mulher em dificuldade precisa de ajuda positiva para a sua situação.

5- Mas a mulher não tem o direito de usar livremente o seu corpo?
Não se trata de usar o seu corpo, mas de dispor do corpo de outro.

6- E quanto à questão da saúde da mulher que aborta?
Legal ou ilegal, o aborto representa sempre um risco e um traumatismo físico e psicológico para a mulher.

7- E quando a mulher não tem condições económicas para criar um filho?
A generalidade das mulheres que praticam o aborto pertence às classes sociais favorecidas, logo, não o fazem por razões de ordem económica. Além disso, se não existem condições económicas para criar os filhos, é porque os políticos não têm apostado na criação de condições favoráveis à Família, situação que urge alterar.

8- Mas a despenalização não obriga ninguém a abortar…
Está provado que a despenalização torna o aborto mais aceitável na mentalidade geral, e por isso mesmo leva na prática ao aumento do número de abortos.

9- Porque se propõem prazos para o aborto legal?
Não há nenhuma razão científica, ética ou mesmo lógica para qualquer prazo. É totalmente absurdo que se proponha a liberdade para abortar com prazo marcado: a vida humana não conhece prazos!

10- O aborto é só um problema religioso ou abrange os direitos do Homem?
Independentemente das convicções religiosas, o aborto ataca os Direitos do Homem e estes emanam do primordial direito à vida, desde a concepção até à morte natural. Assim, o direito à vida é inquestionável e nem deveria ser referendável.

Convite para palestra/debate em Braga

Com a presença de Maria José Nogueira Pinto e Zita Seabra, amanhã dia 30, pelas 21h no auditório do IPJ - Rua de Santa Margarida, em Braga.



Organização: Minho com Vida

domingo, 28 de janeiro de 2007

Para pensar

O não segundo Gandhi

Um “não” dito com convicção é melhor e mais importante que um “sim” dito meramente para agradar, ou, pior ainda, para evitar complicações.
(Gandhi)

sábado, 27 de janeiro de 2007

Arrependidos

Se em Portugal a questão é despenalizar, nos EUA a maioria dos americanos deseja que o aborto seja ilegal. É o que se pode concluir de uma sondagem publicada pela CBS News.

Entretanto em Ribeirão, concelho de Vila Nova de Famalicão, a conclusão foi que "O Aborto Não é Solução". O médico Sérgio Alcino referiu que enquanto que enquanto que conhece mulheres que se arrependeram de fazer o aborto, não conhece mulheres que se arrependeram de levar o aborto até ao fim.

Novamente nos EUA, a mulher que é considerada a "Pioneira do aborto", Norma McCorvey, arrependeu-se e não abortou. Foi por causa dela que há 34 anos se abriram as portas através de uma decisão do Supremo Tribunal, que a autorizava a abortar, à descriminalização do aborto nos EUA. Acontece que, apesar de ser conhecida com pioneira, arrependeu-se e não fez o aborto, sendo que se converteu numa defensora da Vida. “Foi lamentável o dia em que o Supremo Tribunal Americano permitiu que as mulheres assassinassem os seus filhos”, comenta Norma McCorvey.

Liberalizar o aborto é inconstitucional

Segundo o conhecido constitucionalista Jorge Miranda, integrado num grupo de 42 professores de direito, a lei que emanar do referendo, em caso de vitória do sim, será inconstitucional, uma vez que não existe nenhuma realidade, admissível segundo a constituição portuguesa, que justifique colocar em causa a vida humana, ao contrário da lei de 1984, em que era ponderado o direito à saúde e dignidade da mulher.

Lembre-se que no artigo 24º da constituição portuguesa está dito que «a vida humana é inviolável».

Jorge Miranda afirmou ainda que se a intenção do legislador fosse a de despenalizar, «nem valeria a pena levar a questão a referendo», já que, na prática é o que acontece.

Jorge Miranda referiu ainda que, apesar de estarmos numa sociedade plural, pelo facto de uma parte achar que o aborto deve descriminalizado «essa parte não pode impor à outra que considere que um mal, um ilícito seja liberalizado».

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Existe? Então mude-se a lei

Uma das frases mais comuns nos defensores do não é:

O aborto clandestino existe - é urgente mudar a lei.

Esta foi proferida pelo PCP.

No blogue do não encontrei uma resposta a este argumento dada por João Vacas, que leva a pensar se o sim no referendo, logo a liberalização do aborto, é a solução para o problema.
Seguindo a mesma lógica, atrevemo-nos a sugerir mais umas quantas:

O excesso de velocidade existe - é urgente mudar a lei.
A contrafacção existe - é urgente mudar a lei.
O tráfico de droga existe - é urgente mudar a lei.
A violência doméstica existe - é urgente mudar a lei.
O roubo por esticão existe - é urgente mudar a lei.
A fuga ao fisco existe - é urgente mudar a lei.
O abuso sexual existe - é urgente mudar a lei.
A caça furtiva existe - é urgente mudar a lei.
O proxenetismo existe - é urgente mudar a lei.
A pesca ilegal existe - é urgente mudar a lei.
O terrorismo existe - é urgente mudar a lei.
A corrupção existe - é urgente mudar a lei.
O Código Penal existe - é urgente mudar a lei.

Se não abortassem...

Mais um que me chamou a atenção.
Trata-se de um testemunho de uma psicóloga que lidou com mulheres grávidas que pensavam em abortar.

Deixo algumas frases, mas aconselho a lerem o resto do texto, principalmente os apoiantes do sim.
Então, se o aborto não é uma coisa boa, positiva e desejável por ninguém, porquê insistir em torná-lo num acto legalizado? Onde estará o sentido desta legalização? Com a mesma está a proteger-se quem? As mães dos bebés a abortar?

Posso dizer, da experiência que foi alguma, que, sem excepção, todas as mães que, por terem sido ajudadas, decidiram não interromper a gravidez, chegaram ao final da mesma com um estado de espírito completamente diferente daquele que tinham no início. Talvez a palavra que melhor caracterize este sentimento seja satisfação. Estas mães, por muitos problemas pessoais, sociais ou económicos que tivessem, acolheram os seus filhos com grande satisfação. Por os terem tido, mas, acima de tudo, o sentimento lactente era o de, afinal, não ter sido necessário interromper o desenvolvimento da vida de cada um deles!
in Blogue do não.